quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Secretaria de Agricultura reúne criadores de porcos, funcionários e açougueiros do Matadouro de Quixelô





Quixelô CE.  A Secretaria Municipal de Agricultura de Quixelô, convocou os funcionário do Matadouro, açougueiros e criadores de porcos do matadouro de Quixelô. O objetivo da reunião, seria para juntos buscarem solução para o problema do Matadouro de Quixelô, estavam presentes na reunião além das pessoas acimas citadas, a Prefeita Municipal, os secretários Municipais de Agricultura, Finanças e Obras e Urbanismo. A principal discussão era sobre a problemática dos chiqueiros de porcos, tendo em vista que após interdição do Matadouro  pela SEMACE, a referida entidade agora não libera o abate de animais sem que pelo menos seja feito um reforma e que seja retirado os chiqueiros de porcos daquele espaço. Após uma ampla discussão ficou acertado que a prefeitura iria realizar o cadastro dos proprietários e que os mesmos teriam um prazo para a retirado dos chiqueiros e que o prazo se encerraria quando a reforma do matadouro fosse concluída, os proprietários de chiqueiros de porcos não ficaram muito satisfeitos com essa decisão, mas de certa forma compreenderam que tal decisão seria necessária tendo em vista que se trata de saúde pública e que não tinha outra alternativa, alguns questionaram se os mesmos seriam  indenizados ou se o Município iria adquirir um outro espaço e doa-los, o no entanto o secretário de finanças deixou bem claro que isso não era possível, pois o município não teria como justificar junto ao TCM qualquer despesa feito nesse sentido. A atual gestão informou a todos que existem duas multas aplicadas ao matadouro de Quixelô, uma em 2011 no valor de R$ 10.000,00 e outra de 2012 no valor de R$ 15.000,00 o que totaliza um debito de R$ 25.000,00, foi informado ainda que esses valores terão que ser pagos para que a SEMACE inicie o processo da liberação da licença. Podemos afirmar uma coisa, o matadouro precisa ser reaberto por vários motivos, a pessoas de Quixelô estão deixando de comprar de carne no açougueiros de Quixelô, o comercio de carne caiu muito, isso tem prejudicado o comercio local, os usuários que ficam sem poder consumir uma carne que pelo menos seja inspecionada por um profissional, o Município deixa de arrecadar as taxas municipais cobrado pelo abate, de certa forma prejudica os criadores de animais que estão deixando de comercializar seus produtos. Gostaria de no fim dessa matéria declarar que a prefeita Municipal teve coragem de tomar a decisão de retirar os chiqueiros, pois fazem 16 anos que aqueles chiqueiros estão  construídos alí  e nunca ninguém teve a ousadia, ou coragem de confrontar com aqueles criadores, é louvável a decisão da gestora, que ao tomar tal decisão correu de certa  forma o risco de se desgastar com aqueles proprietários, no entanto a mesma pensou em algo maior que foi a saúde publica, é preciso que haja a compreensão por todos aqueles que são proprietários de chiqueiros de porcos no matadouro, é chegado o momento que não dar mas pra sustenta-los ali , tendo em vistas as exigências dos órgãos competentes, era preciso escolher entre duas opções: Ou retirar os chiqueiros, reformar o matadouro para que o abate volte a ser feito naquele espaço com o mínimo de segurança  e inspeção sanitária, ou deixar os chiqueiros por lá e o abate continuar como esta sendo feito, sem nenhuma inspeção por parte de quem que seja. É obvio que a grande maioria  preferem a reabertura do matadouro. A gente sente muito, pois para todos ali era um fonte de renda, mas por outro lado preciso lembrar que durante esses 16 anos, os referidos proprietários de chiqueiros tiveram um espaço com água, segurança, sem custo algum, só restar agradecer pelo tempo cedido e só lembrando que ninguém comprou terreno naquele espaço e nem recebeu doação legal, na verdade foi apenas cedidos mas sem nenhum papel por escrito e quem veio depois e adquiriu chiqueiro ali, comprou apenas aquilo que investido no material de construção, por isso que não cabe indenização por parte do Município. 

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