quarta-feira, 25 de março de 2015

Fim das coligações nas eleições proporcionais passa no Senado e segue para Câmara




O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (24), em segundo turno, o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2011, do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), havia sido aprovada em primeiro turno há duas semanas e faz parte de um grupo de matérias relacionadas à reforma política selecionadas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, e pelos líderes partidários.
Foram 62 votos a favor e apenas três contrários, além de uma abstenção. Para uma PEC ser aprovada, é preciso o apoio de três quintos dos senadores, ou seja, no mínimo 49 votos. A matéria agora segue para análise da Câmara dos Deputados. Pela proposta, somente serão admitidas coligações nas eleições majoritárias – para senador, prefeito, governador e presidente da República. Fica assim proibida a coligação nas eleições proporcionais, em que são eleitos os vereadores e os deputados estaduais, distritais e federais.

Representação

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a aprovação da proposta é um primeiro e importante passo nas reformas que estão sendo discutidas no Congresso. O senador disse que a medida vai aprimorar o sistema de representação política no Brasil. Já o senador Omar Aziz (PSD-AM) reconheceu que o fim das coligações pode ser um passo importante, mas defendeu o debate sobre o financiamento das campanhas, “com urgência”. Por sua vez, o senador João Capiberibe (PSB-AP), avaliou que o fim da reeleição deve ser outro tema tratado com urgência pelo Congresso. O senador Walter Pinheiro (PT-BA), ao votar favorável à proposta, também cobrou a inclusão de outras pautas que promovam uma reforma política ampla, como a reestruturação dos partidos e o financiamento eleitoral.
Na visão do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), a proposta pode tirar do processo político “os oportunismos eleitorais”. O senador Blairo Maggi (PR-MT) disse que o fim das coligações nas eleições proporcionais traz tranquilidade aos pleitos e moraliza as eleições, pois pode ajudar a acabar com as legendas de aluguel.
— A proposta pode trazer maior valor e mais representatividade dos partidos junto à população — opinou Maggi.

Articulação

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) elogiou a iniciativa de Renan em trazer para o Plenário do Senado temas da reforma política. No entanto, o senador pediu uma articulação mais clara com a Câmara dos Deputados, para que uma matéria aprovada em uma Casa não fique esquecida em outra. Ele lembrou que muitos projetos já foram aprovados no Senado e não tiveram andamento na Câmara, mas apoiou a PEC 40.
— Esta matéria é extremamente relevante para que tenhamos partidos políticos conectados com a sociedade — declarou.
Em resposta, Renan informou que, mais cedo, teve um encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em que ficou acertada uma agenda comum entre as duas Casas do Congresso, tendo a reforma política como um dos assuntos principais para o que definiu como “pauta expressa”.

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coligacoes

PEC 40/2011

Acaba com as coligações em eleições proporcionais, em que são eleitos os vereadores e os deputados estaduais, distritais e federais. Somente serão admitidas coligações nas eleições majoritárias – para senador, prefeito, governador e presidente da República.Aprovado em segundo turno no Senado, segue para a Câmara.

PLC 4/2015

Estabelece o tempo mínimo de cinco anos de existência para que partidos políticos possam se fundir. O objetivo é evitar que sejam criadas legendas apenas para driblar a fidelidade partidária.Sancionado pela presidente Dilma Rousseff (Lei 13.107, publicada em 24/03/2015)

PEC 58/2013

Aumenta de 0,5% para 3,5% o percentual do eleitorado exigido como apoio para que um partido possa ser registrado no TSE. Também exige que os apoiadores estejam distribuídos por mais estados e num percentual maior do que o previsto hoje. O objetivo é dificultar a criação de legendas sem representação nacional.
Rejeitada no Senado, será arquivada.

segunda-feira, 23 de março de 2015

QUIXELÔ: CORRIDA SUCESSÓRIA PARA A PREFEITURA EM 2016


 Passado as eleições gerais, iniciado o ano de 2015, a cidade agora começa a respirar as eleições de 2016. Em qualquer roda de conversa o assunto eleições 2016 entra em pauta e junto vem as especulações e as indagações, quem serão os candidatos? Alguns nomes ja surgem como pre candidatos, o Blog Quixelô Agora fez um levantamento dos nomes que poderão estar na disputa ao cargo majoritário nas eleições de 2016. 



Em encontro realizado pelo seu partido no inicio de 2015, a direção estadual do P T do B, afirmou em alto e bom som, que o partido terá candidato a prefeito em 2016, o seu representante afirmou ainda, que o nome de Jose Mathias Neto é o mais cotado no partido, para ir pra disputa, Aroldo ainda informou que o partido esta aberto pra conversa com outras siglas partidária que fazem oposição a gestão municipal do PT em Quixelô. Jose Mathias disse estar disposto a colocar seu nome para julgamento da população. Nas eleições de 2014 Jose |Mathias e o PT do B esteve ao lado do empresário Neomar Alves, no palanque da terceira via de Quixelô. Jose Mathias tem olhar voltado para a zona rural, é muito presente nas comunidades rurais onde tem uma boa base de amizades, na sede vem se articulando juntos aos jovens desportistas apoiando vários eventos. 




Outro Quixeloense também já vem caindo na boca do povo como pre - candidato a Prefeito em 2016, trata-se do Jovem Daniel Lino, empresário que atua no ramo de bomboniere e supermercado, Daniel Lino esta filiado ao PTN e já se articula junto a alguns amigos uma possível candidatura majoritária nas próximas eleições municipais, Daniel conta com o apoio de seus irmãos e amigos da sede de varias lideranças das comunidade rurais. 




Jose Macio Alves - PSOL, desde 1992 disputa eleições em Quixelô, foi candidato a vereador por duas vezes e mais duas vezes candidato a vice prefeito pelo PT, partido que foi filiado por vários anos, ainda na eleições de 2012, não acreditando na candidatura do PT, Macio resolveu romper com o grupo politico, o qual era liderado por Fátima Gomes, vitoriosa nas eleições de 2012. Em 2013 Macio se filiou ao PSOL. Em 2014 colocou seu nome para disputa nas eleições como deputado estadual. Com o projeto do Psol estadual de lançar candidaturas majoritárias na maioria dos município cearense, Marcio tornou-se uma opção do PSOL em Quixelô e ja desponta como Pré- Candidato a prefeito em 2016. Macio tem uma vida dedicada cultura de Quixelô, é sócio fundado ICEQUI, são os projetos culturais que Jose Macio ja conseguiu para Quixelô, beneficiando tanto na zona rural, quanto a sede do município de Quixelô. 





 A atual Prefeita de Quixelô, Fátima Gomes Surge naturalmente como pré candidata a reeleição. A grande pergunta aí é, quem será o vice ?  Os vereadores  Wagner Vieira (P C do B)  e  Jackson Melo (PDT) surgem como os nomes mais fortes nesse momento. 












Neomar Alves (SD), jovem empreendedor, mesmo não sendo natural de Quixelô, chegou em qui, no inicio dos anos 90, onde, casou-se e constituiu família, um empresário bem sucedido no ramo de moveis e eletros. Neomar Alves  tornou-se popular pelas festas sociais que sempre promoveu em Quixelô. Com suas empresas gerou renda e emprego para os jovens de Quixelô, a sua ultima investida foi a abertura da casa lotéricas Quixelô da sorte, que atende a população quixeloense com pagamentos de benefícios sociais do governo federal e benefícios do INSS, além da opção para as pessoas que gostam de apostar na sorte. Neomar Alves teve uma participação ativa nas eleições de 2014 e troche uma terceira opção para a população de Quixelô nas eleições passadas. Neomar não esconde de ninguém o seu interesse em  disputar a eleições de 2016, e seu nome esta cogitado como pré - candidato a prefeito.




Samuel Araujo (PPL), vereador da segunda legislatura, detem o recorde de vereador mais votado da historia politica de Quixelô, em 2012 obteve 1.028 votos, 10% dos votos validos naquela eleição, Samuel Araújo foi presidente da câmara de janeiro de 2011 a dezembro de 2012. Seu pai Pedro Araújo foi vereador e vice prefeito de Quixelô, sua mãe, a professora Nildinha, também foi vereadora em Quixelô. Samuel Araújo é o líder da bancada de oposição na câmara de vereadores de Quixelô, tem sido uma voz em defesa dos direitos dos quixeloense, ja tinha seu nome cotado nas eleições de 2012, hoje é um nomes dos mais fortes da oposição para as disputas de 2016.  Samuel defende a união de todas siglas partidárias de oposição para fazer frente a gestão municipal de Quixelô. Vale lembrar que Samuel Araújo e Gilson Machado deverão estar no mesmo palanque, juntos com os  outros 03 vereadores de oposição.   


Gilson Jose de Oliveira (PSD), Ex vereador, Ex vice - prefeito, e ex prefeito de Quixelô. Desde que Quixelô conseguiu sua emancipação politica, Gilson Machado como é conhecido esteve presente em todas as disputas eleitorais, Antecessor da atual administração, Gilson tem o carisma do povo de Quixelô, na sua gestão como prefeito municipal de janeiro de 2009 e 2012, teve altos e baixos, a sua grande foi a humanização de sua gestão, as pessoas eram livres para expressar suas opiniões sem medo de represálias pelo chefe do executivo na época. fez opção por não gastar dinheiro com marketing, talvez um dos motivos do seu insucesso nas eleições de 2012, o mesmo preferiu aplicar os recursos públicos em serviços para a população, em vez gastança com propaganda. Gilson Machado sem duvida ainda é um nome muito forte em uma disputa majoritária e seu nome também esta cogitado como pre-candidato a prefeito em 2016. Vale lembrar Gilson Machado e Samuel Araújo deverão estar no mesmo palanque, juntos com os outros 03 vereadores de oposição.